“Nem todo mau resultado é erro. Mas, quando há falha, existe direito à reparação.”

Você se identifica?

Situações que merecem uma avaliação

Se algum destes pontos descreve o que você viveu, vale conversar. A avaliação inicial é gratuita e sigilosa.

Erro médico

  • Diagnóstico errado ou tardio que agravou o quadro
  • Complicação cirúrgica muito além do esperado
  • Lesão em órgão sadio durante o procedimento
  • Falta de informação clara sobre os riscos
  • Infecção ou sequela por falha no cuidado
  • Abandono ou falha no acompanhamento pós-operatório

Procedimento estético

  • Resultado muito diferente do que foi prometido
  • Harmonização facial que gerou deformidade ou assimetria
  • Cirurgia plástica com sequela grave
  • Preenchimento ou toxina botulínica com dano funcional
  • Clínica que garantiu um resultado e não entregou
  • Procedimento feito sem informação adequada de riscos
A verdade que poucos explicam

A linha que separa complicação de erro

Um resultado abaixo do esperado nem sempre significa que houve erro. Existem riscos que podem acontecer mesmo com o médico agindo corretamente. O que separa uma coisa da outra é a falha técnica, o desvio da boa prática. É exatamente isso que eu analiso, com base em prova, e não em achismo.

Complicação · risco inerente

Pode ocorrer mesmo com técnica correta e informação adequada. Nesses casos, em regra, não há dever de indenizar. É honesto dizer isso antes de você gastar tempo e dinheiro.

Falha técnica · erro

Quando há negligência, imprudência ou imperícia ligada ao dano, e desvio da boa prática. Aí nasce o direito à reparação, e o caminho passa por prova técnica.

O que a lei permite buscar

Tipos de dano que podem ser reparados

Dano material

Despesas médicas, cirurgias reparadoras, tratamentos e o que você deixou de ganhar.

Dano moral

O sofrimento, o abalo emocional e a violação à sua dignidade.

Dano estético

A repercussão física e a alteração permanente da sua aparência.

Perda de uma chance

Quando a falha tirou de você a chance real de um resultado melhor.

Reúna o que puder

Documentos que fortalecem o seu caso

Não tem tudo isso guardado? Sem problema. O prontuário e os demais documentos podem ser solicitados ao longo do processo. O importante é começar a conversa.

Gustavo Moizes Carvalho, advogado, OAB/SP 411.372
Sobre o advogado

Gustavo Moizes Carvalho

OAB/SP 411.372

“Meu compromisso é entender o que realmente aconteceu, separar complicação de erro e defender o seu direito com fundamento. Nunca com falsa promessa.”

  • Pós-graduado em Direito Médico e da Saúde
  • Atuação em responsabilidade civil médica e procedimentos estéticos
  • Formado pela Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo (FDSBC)
  • Atendimento online em todo o Brasil · Presencial em São Bernardo do Campo/SP
Perguntas frequentes

Dúvidas comuns antes de procurar um advogado

Como sei se foi erro médico ou uma complicação normal?
Nem toda complicação é erro. A diferença está em haver ou não falha técnica, isto é, desvio da boa prática médica ligado ao dano. Essa análise exige avaliar o prontuário e a conduta adotada. É justamente isso que faço na avaliação do seu caso.
Todo resultado ruim de cirurgia é considerado erro médico?
Não. Existem riscos e complicações que podem ocorrer mesmo com o médico agindo corretamente. Só há dever de indenizar quando fica demonstrada a falha técnica, a negligência, a imprudência ou a imperícia relacionada ao dano.
Fiz um procedimento estético e não gostei do resultado. Tenho direito?
Depende. Em procedimentos estéticos, a expectativa e o que foi efetivamente prometido têm peso importante. Se houve promessa de resultado não cumprida, falta de informação sobre riscos ou falha técnica, pode haver base para reparação. Avalio isso caso a caso.
Quais provas eu preciso reunir?
Contrato, orçamento, fotos de antes e depois, mensagens, exames, prontuário e o termo de consentimento ajudam bastante. Se você não tem tudo, não se preocupe: o prontuário e os documentos podem ser solicitados ao longo do processo.
O termo de consentimento que assinei impede a ação?
Não necessariamente. O termo demonstra que você foi informado dos riscos, mas ele não isenta o profissional de responsabilidade quando há falha técnica ou informação inadequada. Cada situação precisa ser analisada.
Quanto tempo tenho para reclamar?
A lei estabelece prazos de prescrição para buscar a reparação. Por isso é importante buscar orientação o quanto antes, para preservar provas e não perder o prazo. Na conversa inicial eu esclareço o prazo aplicável ao seu caso.
A primeira conversa é gratuita e sigilosa?
Sim. A avaliação inicial do seu caso é gratuita, sem compromisso e tratada com total sigilo.